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arejo

Friday, August 26, 2005
Amanhã parto para um casamento na Argentina e vou aproveitar para fazer umas pequenas férias. Vai ser bom esquecer (ou tentar esquecer) o trabalho e as ansiedades.

almoço

Wednesday, August 24, 2005
Fui almoçar sozinho. Sentado, de faca e garfo. Não é algo que faça com muita regularidade, mas acontece. Faz-me sentir sempre um bocadinho triste.

job blues

Tuesday, August 23, 2005
Tenho uma relação amor-ódio com a minha profissão. Adoro o desafio intelectual, a pressão e a responsabilidade. Detesto o estilo de vida e a falta de controlo sobre o meu tempo e a minha vida. Frequentemente penso em desistir ou mudar de vida. Hoje fui almoçar com uma prima minha que fez - profissionalmente - uma mudança radical. Está desiludida. Fiquei ao mesmo tempo com medo de mudar e mais irritado com o meu trabalho.

começo

Monday, August 22, 2005
Fraquinho. Mas o Jorginho é um espectáculo.

inseguranças

Friday, August 19, 2005
Ontem, no trabalho, surgiu-me um problema cuja resolução parecia demasiado óbvia. Hesitei, e acabei por demorar muito mais tempo a analisar a questão, porque não queria acreditar que a solução era tão simples. Mas era.

comentários

Thursday, August 18, 2005
Escrevi um comentário num blog. Foi apagado. Porque activar os comentários se eles não são bem-vindos?

shout from the past

Ontem descobri o rasto de alguém com quem não falava há 4 anos. Introduzi o nome dela no Google e encontrei uma entrevista com fotos e daí o seu website e um e-mail de contacto. Hoje enviei um e-mail (ainda não recebi resposta).

Separámo-nos porque eu queria ficar quieto e ela queria fazer coisas novas. Depois deste tempo todo verifico que eu fiquei quieto e que ela fez e faz montes de coisas novas. Estudou Direito e depois Política. Tornou-se jornalista. Hoje pinta e é designer de joalharia. Morou no Brasil e hoje mora nos Estados Unidos. Wow.

Espero que ela responda.

love blinds

Wednesday, August 17, 2005
Pego no lugar comum "love is blind" para reflectir sobre algo diferente: love blinds. Com o meu talento para misread as pessoas acabo de destruir uma relação com alguém de que gosto muito. A culpa: minha. A razão: não fui capaz de perceber que o meu comportamento foi incorrecto. Concretamente, esta pessoa (I shall call her "Mildred") disse-me a dada altura que escrevia um blog. Eu fiquei com uma curiosidade louca de saber o que a Mildred escrevia. Queria conchecer melhor a Mildred e queria saber se ela escrevia sobre mim (vaidade...). Usei métodos desleais para descobrir. Coincidência ou não, a Mildred deixou de escrever nesse blog e fez outro. A cena repetiu-se. Duas vezes.

No fim, consegui assustar verdadeiramente a Mildred, que ficou a pensar que eu estava stalking her.

Na verdade, este episódio não foi a única razão que ditou o fim da relação (a realidade é sempre mais complexa) mas foi este o pretexto e a razão mais visível.

Dumped pela primeira vez (vaidade?) percebo agora que I was blinded by love. Não via na altura mal nenhum no que estava a fazer. Não se trata de uma desculpa (a culpa é totalmente minha) mas de uma constatação. Perdi alguém que amo muito.

Duas observações. A primeira é que na minha ânsia de ler o que não devia ter lido não me apercebi na altura da qualidade e do interesse dos textos. E ao violar a privacidade da Mildred provavelmente afectei a sua capacidade/vontade de escrever anonimamente. A segunda é que ela disse "Para ver se aprendes". Mas o que me interessa aplicar este conhecimento noutras relações? Já te perdi.

será que é desta?

Tuesday, August 16, 2005
Depois de algumas tentativas falhadas decidi recomeçar noutro sítio.